Árvore de livros

Árvore de livros

O que não poderia faltar na Árvore de Natal de uma biblioteca? Livros, é claro! Nossa árvore foi decorada com 50 bloquinhos de post-it, simulando livros que desejam Boas Festas. A ideia é do talentoso Rudi Böhm, o mesmo que idealizou o uniforme da equipe da Biblioteca de São Paulo. Fotos por Genésio Manoel


Aproveite a Anistia de Natal

Anistia de Natal - dest

A Biblioteca de São Paulo decreta a Anistia de Natal para incentivar a devolução de livros atrasados. Que tal ficar em dia com a BSP e entrar sem dívidas no Ano Novo? Quem perdeu o prazo e ficou constrangido de voltar à biblioteca pode aproveitar essa oportunidade: de 10 de dezembro até 8 de janeiro [...]


Contos de Natal

Contos de Natal - dest

A programação de fim de ano da Biblioteca de São Paulo inclui contação de histórias com contos de Natal. O responsável pela atividade é Douglas Nascimento, da equipe BSP. As contações rolam toda quarta e sexta até 23 de dezembro, das 11h às 12h. (foto: Alexandre Rapolli)


Cartas para Noel

cartas para noel - dest

Começou na Biblioteca de São Paulo a oficina Cartas para Noel, comandada por Keila Sena e Fabi Chiotolli. Nesta oficina, os participantes são incentivados a escrever cartas ao bom velhinho, pedindo coisas que o dinheiro não pode comprar. A inspiração veio do livro Nada de presente, de Patrick McDonnell. Em ‘Nada de presente’, o melhor [...]


Cartas sertanejas (Júlio Ribeiro)

Cartas sertanejas

De Júlio Ribeiro (1845-1890), publicados em 1885 e 1887, respectivamente, e ganharam um estudo de José Leonardo do Nascimento, historiador e professor da Unesp. O mineiro Júlio Ribeiro foi um polemista temido pelos adversários que acabou ficando mais conhecido pelo romance naturalista A carne, publicado em 1888, que provocou escândalo na época. Ribeiro participou ativamente [...]


Resistência anarquista: Uma questão de identidade (Raquel de Azevedo)

RESISTENCIA ANARQUISTA - UMA QUESTAO DE IDENTIDADE

Este livro procura demonstrar a sobrevivência dos sindicatos e grupos libertários entre 1927 e 1937 no Brasil, buscando traços de continuidade com sua intensa atividade no início do século. A autora analisa o discurso, as imagens e as festividades utilizados como recursos para a afirmação de uma identidade que remontava aos primórdios do movimento operário. [...]