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O silêncio da chuva (Luiz Alfredo Garcia-Roza)

O silêncio da chuva

 

No centro do Rio de Janeiro, um executivo é encontrado morto com um tiro, sentado ao volante de seu carro. Além do tiro, único e definitivo, não há outros sinais de violência. Trata-se de um morto de indiscutível compostura. Como é possível ninguém ter visto nada, ninguém ter ouvido o tiro? Quando quer refletir, o inspetor Espinosa costuma sentar-se em um banco da praça Mauá e ficar olhando o mar. No momento, tem muito sobre o que refletir. De um lado, um morto surgido do anonimato de um edifício-garagem; de outro, os protagonistas do drama parecem multiplicar-se, o que não contribui para esclarecer as coisas. Tudo se complica ainda mais quando ocorre outro assassinato e pessoas começam a sumir.

Fonte: Livraria Cultura



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